Nas décadas de 20 e 30 verificou-se um avanço das forças de direita radicais por toda a Europa. Este avanço traduzia-se principalmente no antiparlamentarismo, no irracionalismo, no nacionalismo agressivo, na defesa de soluções violentas e ditatoriais como forma de resolver os problemas causados pela crise do pós guerra e pela crise de 29/30. O auge destes regimes totalitários verificou-se na Itália, o fascismo com Mussolini, e na Alemanha, o nazismo com Hitler. Verificou-se também na URSS, o Estalinsimo, com Estaline.
Dentro do totalitarismo havia visões diferentes e estes três Estados totalitários eram completos opostos. As estruturas sociais eram diferentes nos três países: na Rússia, tinha havido alterações sociais e o poder tinha passado para as mãos do proletariado e as classes sociais deixaram de existir, na Alemanha e na Itália o poder continuava nas mãos das autoridades e ainda havia classes sociais. Nos três países havia apenas um partido político. Porém, na Alemanha e na Itália, esse partido chegara ao poder através de força, enquanto que na Rússia havia sido o povo quem o pusera no poder, através da Revolução de 1917. Quanto à política interna, os países também eram diferentes. Enquanto que Mussolini e Hitler queriam eliminar raças (judeus, ciganos, etc.) independentemente da classe social, Estaline não era racista e só queria eliminar as forças de direita (capitalistas, membros das classes altas e opositores do regime). Outra diferença era que Estaline só queria resolver a situação interna do país, não queria construir um império, ao contrário de Hitler e Mussolini, que pretendiam expandir as suas ideologias ao resto da Europa.
Dentro do totalitarismo havia visões diferentes e estes três Estados totalitários eram completos opostos. As estruturas sociais eram diferentes nos três países: na Rússia, tinha havido alterações sociais e o poder tinha passado para as mãos do proletariado e as classes sociais deixaram de existir, na Alemanha e na Itália o poder continuava nas mãos das autoridades e ainda havia classes sociais. Nos três países havia apenas um partido político. Porém, na Alemanha e na Itália, esse partido chegara ao poder através de força, enquanto que na Rússia havia sido o povo quem o pusera no poder, através da Revolução de 1917. Quanto à política interna, os países também eram diferentes. Enquanto que Mussolini e Hitler queriam eliminar raças (judeus, ciganos, etc.) independentemente da classe social, Estaline não era racista e só queria eliminar as forças de direita (capitalistas, membros das classes altas e opositores do regime). Outra diferença era que Estaline só queria resolver a situação interna do país, não queria construir um império, ao contrário de Hitler e Mussolini, que pretendiam expandir as suas ideologias ao resto da Europa.
Mas apesar de todas estas diferenças, os três regimes tinham pontos comuns. Todos aplicaram repressão através da Polícia Política (que punia quem não concordava com os regimes) e da Censura e criaram uma forte cultura de medo nestes três Estados. Também usavam a propaganda como meio de publicidade para o regime e praticaram, todos, o culto do chefe (como símbolo do poder e da unidade do Estado), na Alemanha, com Hitler, na Itália com Mussolini e na URSS, com Estaline.
Fascismo
O fascismo foi a doutrina aplicada na Itália em 1922, por Benito Mussolini, e tinha como princípios básicos o anti-liberalismo, o anti-socialismo e o anti-comunismo. Negava todos os direitos individuais e humanos, pois acreditava que o Estado e a Nação era um corpo único que incorporava todos os indivíduos. O fascismo acreditava, também, na superioridade da sua elite, que era preparada desde a infância.
Nazismo
Estalinismo
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